segunda-feira, 11 de junho de 2012

A música romântica: pesquisa sobre a música no romantismo.

a) Liszt: Foi o criador de uma forma musical que seria adotada por dezenas de outros compositores. Suas peças geralmente apresentam momentos de improviso e sua musica era exagerada. Liszt foi o inventor do recital de piano.



Chopin: Várias de suas obras têm influência do folclore polonês, país onde nasceu. Seu estilo romântico era irresistível e suas melodias tinham uma beleza arrebatadora. Possuía uma perfeição técnica, um estilo refinado e uma elaboração harmônica.
 


Schumann: é o maior compositor do Romantismo alemão. Sua obra é forte, é o lado noturno do Romantismo, o pessimismo profundo, influenciado por Byron. Suas obras no piano eram altamente românticas e poéticas.

Schubert: Era herdeiro do classicismo de Mozart, mas tinha já o espírito de renovação que levaria ao Romantismo. Sua musica apresentava melancolia. É considerado um dos maiores compositores do século 19, marcando a passagem do estilo clássico para o estilo romântico.
 

Beethoven: viveu uma época de transição musical, entre a era clássica e a romântica. Em suas obras musicais passava um profundo sentimento e incomparável expressão. Beethoven é considerado um dos grandes compositores de música clássica de todos os tempos.
b) Na musica da época do romantismo, ocorre a valorização da liberdade de expressão e a utilização de todos os recursos da orquestra. Além da forte expressividade, outra característica marcante no período musical romântico é a chamada música descritiva. No romantismo os compositores buscavam uma expressão mais intensa e vigorosa das emoções, freqüentemente revelando seus sentimentos mais profundos, inclusive seus sofrimentos. Os aspectos populares, folclóricos e nacionalistas, também ganharam importância nas músicas.

c)     
Morte e a Donzela de Schubert
Nona sifonia de Beethoven

Paulo Rocha e João Vicente - 9ªC 

Discutir a diferença entre texto humorístico e texto satírico e apontar as poesias que podem ser consideradas exemplos de humor e exemplos de sátira.

Texto humorístico é um texto que tem como objetivo fazer as pessoas rirem,a única coisa que ele busca são formas de fazer as pessoas se divertirem.Já o texto satírico é um texto que contém humor,porém por trás dessa brincadeira há sempre uma crítica que pode variar entre:críticas da sociedade,da política da pobreza da fome e etc.

Poesia satírica:
"Esta mãe universal",
Esta célebre Bahia,
Que as seus peitos toma, e cria,
os que enjeita Portugal"

"Cansado de vos pregar
cultíssimas profecias,
quero das culteranias
hoje o hábito enforcar:
de que serve arrebentar
por quem de mim não tem mágoa?
verdades direi como água
porque todos entendais,
os ladinos e os boçais,
a Musa praguejadora.
Entendeis-me agora?"

Humorística:

O dinheiro não é tudo. Não se esqueça também do ouro, os diamantes, da platina e das propriedades.
 
Paulo Rocha e João Vicente


domingo, 10 de junho de 2012

Álvares de Azevedo - o poeta da Lira dos vinte anos

a)      Pesquisa sobre o autor
Manuel Antônio Álvares de Azevedo: (São Paulo, 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, 25 de abril de 1852) foi um escritor da segunda geração romântica (Ultra-Romântica, Byroniana ou Mal-do-século), contista, dramaturgo, poeta e ensaísta brasileiro, autor de Noite na Taverna.
Filho de Inácio Manuel Álvarez de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo (1847) para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde desde logo ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental.
Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano(1849); fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos.
b)      O que podemos entender com a Antítese personificada
(Era mais bela! O seio palpitando...
Negros olhos as pálpebras abrindo...
Formas nuas no leito resvalando...

Não te rias de mim, meu anjo lindo!
Por ti – as noites eu velei chorando,
Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo!)
*Trecho retirado de sua composição.

A característica intrigante de sua obra reside na contradição – talvez a contradição de si mesmo, que fazia com que ele próprio se sentisse como um adolescente, que se enquadra no dualismo característico da linguagem romântica, visível nas parte que formam sua principal obra poética Lira dos vinte anos, cuja primeira e terceira partes mostram um Álvares de Azevedo adolescente, casto, sentimental e ingênuo.
c)      Análise do poema: “Idéias íntimas”

Um passo adiante, não é alheio a este conjunto a relevância da fantasia compensatória no cotidiano empobrecido, nem a capacidade de verbalizá-la, que especializa o poeta; acresce o tom melancólico em que ele o faz e a ironia com que lida com os próprios sentimentos. Esse distanciamento (nem sempre presente no texto) converge não só para a crítica do que é tematizado, mas também para uma atitude de objetividade. Tudo somado, mais o percurso do poema como duração (estranha a qualquer ajustamento linear das impressões), a conclusão a que se chega é que Idéias Íntimas, são um poema que alcança eficazmente a sensibilidade contemporânea mais de um século depois de produzido; e que Álvares de Azevedo talvez seja o primeiro poeta urbano realmente moderno da literatura brasileira.
d)      Encontre a ironia no poema “É ela! É ela! É ela! É ela!” 
O tema da mulher idealizada é constante na obra de Álvares de Azevedo. A musa eleita é uma lavadeira. O emprego de termos elevados em referência a lavadeira, tais como "fada aérea e pura" é um fator que reforça o riso por associar a lavadeira a uma musa inspiradora e exaltadora de paixão.

Dupla: Paulo Rocha e João Vicente





Álvares de Azevedo - o poeta da Lira dos vinte anos

a) Pesquisa sobre o autor:

Manuel Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, 25 de abril de 1852) foi um escritor da segunda geração romântica (Ultra-Romântica, Byroniana ou Mal-do-século), contista, dramaturgo, poeta ensaísta brasileiro, autor de Noite na Taverna.

Filho de Inácio Manuel Álvarez de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo (1847) para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde desde logo ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental.

Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849); fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos.

Não concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo, falecendo aos 21 anos. A sua obra compreende: Poesias diversas, Poema do Frade, o drama Macário, o romance O Livro de Fra Gondicário, Noite na Taverna, Cartas, vários Ensaios (Literatura e civilização em Portugal, Lucano, George Sand, Jacques Rolla), e a sua principal obra Lira dos vinte anos(inicialmente planejada para ser publicada num projeto - As Três Liras - em conjunto com Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães).É patrono da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras.

Atualmente tem suscitado alguns estudos acadêmicos, dos quais sublinham-se "O Belo e o Disforme", de Cilaine Alves Cunha (EDUSP, 2000), e "Entusiasmo indianista e ironia byroniana" (Tese de Doutorado, USP, 2000); "O poeta leitor. Um estudo das epígrafes hugoanas em Álvares de Azevedo", de Maria C. R. Alves (Dissertação de Mestrado, USP, 1999); "Álvares de Azevedo: A busca de uma literatura consciente", de Gilmar Tenorio Santini (Dissertação de Mestrado, UNESP, 2007).

Suas principais influências são: Lord Byron, Goethe, François-René de Chateaubriand, mas principalmente Alfred de Musset.


b)  O que podemos entender com a Antítese personificada:

  Álvares de Azevedo (1831-1852)é a principal expressão da geração ultra-romântica da nossa poesia. Paulista, fez seus primeiros estudos no Rio de Janeiro e cursava o quinto ano de Direito em São Paulo quando sofreu um acidente(queda de cavalo)cujas complicações o levaram à morte aos 20 anos de idade.
O escritor cultivou a poesia, a prosa e o teatro. Toda a sua produção – sete livros, discursos e cartas – foi escrita em apenas quatro anos, período em que era estudante universitário. Tendo deixado uma obra de qualidade irregular no conjunto, mas de grande significado na evolução da poesia nacional. A característica intrigante de sua obra reside na contradição – talvez a contradição de si mesmo, que fazia com que ele próprio se sentisse como um adolescente, que se enquadra no dualismo característico da linguagem romântica, visível nas partes que formam sua principal obra poética Lira dos vinte anos, cujas primeira e terceira partes mostram um Álvares de Azevedo adolescente, casto, sentimental e ingênuo.

Soneto

Pálida, à luz da lâmpada sombria,
Sobre o leito de flores reclinada 
Como a lua por noite embalsamada
Entre as nuvens do amor ela dormia!

Era a virgem do mar! Na escuma fria
Pela maré das águas embalada!
Era um anjo entre nuvens d`alvorada
Que em sonhos se banhava e se esquecia!

Era mais bela! O seio palpitando...
Negros olhos as pálpebras abrindo...
Formas nuas no leito resvalando...

Não te rias de mim, meu anjo lindo!
Por ti – as noites eu velei chorando,
Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo! 


Na segunda parte da Lira dos vinte anos no entanto,nos deparamos com uma segunda face da obra com os seguintes dizeres:
“Cuidado, leitor, ao voltar esta página!
Aqui dissipa-se o mundo visionário e platônico.Vamos entrar num mundo novo, terra fantástica, verdadeira ilha Barataria de D. Quixote, onde Sancho é rei;
Quase que depois de Ariel esbarramos em Caliban.
A razão é simples. É que a unidade deste livro e o capítulo funda-se numa binômia.Duas almas que moram nas cavernas de um cérebro pouco mais ou menos de poeta escreveram este livro,verdadeira medalha de duas faces.

Nos meus lábios onde suspiro a monodia amorosa,vem a sátira que morde”.


A ironia é um traço constante na obra de Álvares de Azevedo e é uma forma não passiva de ver a realidade, de abalar as convenções do mundo burguês.Em determinados aspectos, a poesia de Álvares de Azevedo se assemelha a alguns poetas do século XX, como a ironia na poesia de Carlos Drummond de Andrade e o cotidiano na de Manuel Bandeira.


Vagabundo

Eu durmo e vivo ao sol como um cigano,
Fumando meu cigarro vaporoso;
Nas noites de verão namoro estrelas;
Sou pobre, sou mendigo e sou ditoso!

Ando roto, sem bolsos nem dinheiro;
Mas tenho na viola uma riqueza:
Canto à lua de noite serenatas,
E quem vive de amor não tem pobreza.
[...]
Tenho por palácio as longas ruas;
Passeio a gosto e durmo sem temores;
Quando bebo,sou rei como um poeta,
E o vinho faz sonhar com os amores. 
c
c  c) Análise do poema "Idéias Íntimas":

O poema trata do homem urbano tal como este se mostra submetido à interiorização da atividade pessoal, ao desligamento progressivo da vida pública e ao trato dos objetos caseiros como veículos de identificação. Um passo adiante, não são alheias a este conjunto a relevância da fantasia compensatória no cotidiano empobrecido, nem a capacidade de verbalizá-la, que especializa o poeta; acresce o tom melancólico em que ele o faz e a ironia com que lida com os próprios sentimentos. Esse distanciamento (nem sempre presente no texto) converge não só para a crítica do que é tematizado, mas também para uma atitude de objetividade. Tudo somado, mais o percurso do poema como duração (estranha a qualquer ajustamento linear das impressões), a conclusão a que se chega é que Idéias Íntimas" são um poema que alcança eficazmente a sensibilidade contemporânea mais de um século depois de produzido; e que Álvares de Azevedo talvez seja o primeiro poeta urbano realmente moderno da literatura brasileira.

d) Encontre a ironia no poema “É ela! É ela! É ela! É ela!”:

O tema da mulher idealizada é constante na obra de Álvares de Azevedo. A musa eleita é uma lavadeira. O emprego de termos elevados em referência a lavadeira, tais como "fada aérea e pura" é um fator que reforça o riso por associar a lavadeira a uma musa inspiradora e exalta paixão.


Dupla: Luiz Carlos e Lucas de Alencar.
Turma:: 9ºC

domingo, 3 de junho de 2012

A música popular romântica hoje

Pra Você Guardei O Amor - Nando Reis
Nessa música Nando Reis diz à sua amada que é dela todo o amor que ele sentia já há um tempo atrás e deixava guardado, o amor que ele aprendeu vendo os seus pais, do qual ele recebia também, porém nunca soube entregar à ninguém, mas quando ele a encontrou, sem explicação nenhuma, ele achou um jeito dele de se entregar e mostrar o que ele sentia. Essa música se assemelha a uma obra romântica, pois nela existe um grande exagero nos sentimentos, que nesse caso é o amor.
Comparando a um texto:

"Não sei como nasce um sentimento mais sei que se formos parar e pensar o sentimento acaba indo pro esquecimento. Mas como há paixão que não vira amor? E amor que é amor nunca morre, as vezes fica na lembrança e reacende a partir do instante em que ambos se reencontram. Mas com você foi diferente, bastou apenas um olhar e pronto fui hipnotizada e me entregaria de corpo e alma a você naquele mesmo momento!"
Esse texto e a música de Nando Reis exagero nos sentimentos que é uma grande característica do romantismo. Já as diferenças é a forma que são contadas. A música é bem mais coloquial e o texto formal.

Dupla: Luiz Carlos e Lucas de Alencar.
Turma: 9ºC




segunda-feira, 28 de maio de 2012

A música romântica: pesquisa sobre a música no romantismo

 Beethoven - Grandes contrastes de dinâmica (pianissimo x fortissimo) e de registro (grave x agudo), acordes densos, alterações de compasso, temas curtos e incisivos, vitalidade rítmica e, em obras na forma-sonata, desenvolvimentos longos em detrimento de exposições mais concentradas.Sua liberdade nas composições é uma característica do romantismo.
 Schubert - Tinha um estilo marcante, inovador e poético do romantismo. Hoje, o seu estilo considerado por muitos como imaginativo, lírico e melódico, é considerado um dos maiores compositores do século XIX, marcando a passagem do estilo clássico para o romântico. Podemos defini-lo como "mais um artista incompreendido pelos seus contemporâneos".

Chopin - Sua técnica refinada e sua elaboração harmônica vêm sendo comparadas historicamente com as de outros gênios da música, como Mozart e Beethoven, assim como sua duradoura influência na música até os dias de hoje.
Liszt - foi um compositor e pianista húngaro do Romantismo. Liszt foi famoso pela genialidade de sua obra, pelas suas revoluções ao estilo musical da época e por ter elevado o virtuosismo pianístico a níveis nunca antes imaginados. 
Dupla: Luiz Carlos e Lucas de Alencar.
Turma: 9ºC

domingo, 27 de maio de 2012

As principais obras dos artistas citados e fazer um paralelo com as características românticas.

A Maja Nua - Goya
Neste quadro o desenho, nota-se a influência do neoclassicismo, ainda que Francisco José de Goya vá muito para além de tal ismo. 
Embora se situe na estética neoclássica, como outras do mesmo pintor, esta obra de Goya é audaz e atrevida para a sua época, como audaz é a expressão do rosto e a atitude corporal da modelo, que parece sorrir satisfeita e contenta das suas graças. Além disso, é a primeira obra de arte conhecida na qual aparece pintado a penugem púbica feminina, que ressalta o erotismo da composição. 

A Jangada de Medusa - Gericault

O quadro é apresentado no Salão de 1819, onde faz sentido e revela o surgimento da nova escola de pintura romântica. Um decreto especial de 12 novembro de 1824 autoriza o Estado a comprar A Jangada da Medusa à soma de seis mil cinco francos Dedreux-Dorcy , o melhor amigo de Theodore Géricault.


Liberdade guiando o povo - Delacroix
Um quadro que o estado adquiriu e que foi exibido poucas vezes, por ter sido considerado excessivamente panfletário. O certo é que a bandeira francesa tremulando nas mãos de uma liberdade resoluta e destemida, prestes a saltar da tela, impressionou um número não pequeno de espectadores. 

O Pensador - Rodin
Retrata um homem em meditação soberba, lutando com uma poderosa força interna. 


Dupla: Paulo Rocha e João Vicente
Turma:9ªC